• Home »
  • Brasil »
  • Professora diz que acertou números da Lotofácil, mas lotérica não registrou bilhete

Professora diz que acertou números da Lotofácil, mas lotérica não registrou bilhete

Professora de Alegre(ES), na Região do Caparaó, deixou de receber R$ 370 mil em uma aposta da Lotofácil, pois o funcionário da loteria onde ela realizou o jogo não o computou.

professora

Uma professora de Alegre, na Região do Caparaó, diz que deixou de receber R$ 370 mil em uma aposta da Lotofácil, pois o funcionário da loteria onde ela realizou o jogo não teria computado o bilhete. O caso aconteceu na sexta-feira do dia 13, porém ela só percebeu o erro esta semana quando foi conferir os números.

Flávia Lugon, 31 anos, reside no interior de Alegre, no distrito de Rive, junto com os pais e seus dois filhos. Ela contou que no dia da aposta teve que ir à  cidade vizinha, de Guaçuí, fazer o pagamento de uma conta, pois a loteria de Alegre estava fechada, devidos às fortes chuvas. Ela aproveitou e realizou três apostas: Quina, Mega-Sena e Lotofácil.

“Eu paguei a conta e entreguei os bilhetes para o menino. Ele grampeou os comprovantes juntos com as apostas e eu não conferi, pois tinha que voltar a Rive para fica com os meus filhos”, explicou a professora.
Segundo ela, somente na segunda-feira quando foi conferir os resultados é que foi percebido que a aposta não havia sido feita e que ela tinha acertado os 15 números da Lotofácil. “O funcionário computou a Quina duas vezes e não fez o jogo da Lotofácil”, afirma.
bilhete
Ela foi procurar a loteria para tentar solucionar o problema, mas a resposta obtida é que eles devolveriam apenas os R$ 0,75 pagos pela aposta. “Me colocaram em um canto, disseram para eu aguardar e depois falaram que só poderiam devolver o valor do jogo. O prêmio iria resolver um pouco da minha vida, eu ia comprar uma casa e dar um futuro melhor aos meus filhos”, conta Flávia.

O advogado da professora entrou com uma ação por danos materiais exigindo o valor da aposta e uma indenizatória pelos danos morais. “Pedimos uma liminar para que sejam retida as gravações do circuito interno de TV para comprovar que ela fez a aposta e a entregou ao funcionário”, disse Luiz Bernard Sardenberg Moulin.

A reportagem entrou em contato com a loteria, no entanto, um dos responsáveis disse apenas que o funcionário fez o jogo que a professora entregou e que iria aguardar a decisão da Justiça sobre a situação.


Compartilhar
Compartilha